
Sobreviventes de abuso doméstico têm mais probabilidade de desenvolver doenças mentais graves
Revisado por Milly EvansÚltima atualização por Milly EvansÚltima atualização 7 Jun 2019
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Sobreviventes de violência doméstica têm três vezes mais chances de desenvolver uma doença mental, incluindo distúrbios graves como esquizofrenia e transtorno bipolar.
Research from the British Journal of Psychiatry has not only highlighted a greater risk of mental health conditions developing following a period of abuso doméstico, but also that women who experience domestic abuse are twice as likely as the general female population to already have a mental illness.
According to the Escritório de Estatísticas Nacionais, two million adults aged 16-59 experienced domestic abuse in the year ending March 2018 (1.3 million women and 695,000 men). On average, police in England and Wales receive over 100 calls each hour relating to domestic abuse.
Domestic abuse or violence can be physical, psychological, sexual, financial or cultural and can be experienced by people of all genders and sexualities. This study focuses on women.
The research looked at the GP records of 18,547 women exposed to intimate partner violence in the UK and 74,188 women who hadn't experienced domestic abuse, between 1995 and 2017. At the start of the study, nearly half of the survivors of domestic abuse (49.5%) had some form of mental illness, compared with less than a quarter (24%) of the women who hadn't experienced domestic violence.
The research found that survivors were twice as likely to develop ansiedade and three times as likely to develop depression, esquizofrenia and bipolar disorder. They were twice as likely to need prescription medication for mental health problems, even when alcohol intake, smoking and BMI were taken into account.
Despite estimates that 1 in 4 women will experience domestic violence in their lifetimes, the study, based on GP records, found that only 0.5% of women are affected which implies a degree of under-reporting. However Dr Vishal Bhavsar from the Section of Women's Mental Health at King's College, says: "It is also important to note that these results do not mean necessarily that signs of domestic violence are being missed by GPs. Rather, better awareness of domestic violence and its relationships to mental health, and better information sharing, are likely to support better recording by different health professionals (not just GPs)."
The researchers urge police and those who work with survivors of domestic violence to liaise with healthcare professionals in order to flag up domestic abuse and help women receive treatment to prevent mental illness developing.
Professionals encourage further training and understanding about domestic abuse among GPs and health practitioners in order to improve responses. Professor Louise Howard, NIHR Research Professor in Women's Mental Health at King's College said: "The important take away message of this study is that domestic violence and abuse is a serious public health and public mental health problem. Health practitioners who see women with mental health problems in primary or secondary care therefore need to be trained how to ask routinely about domestic violence and abuse, and how to safely respond."
This study was published in the British Journal of Psychiatry.
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Milly Evans
Editora
Milly escreve sobre uma variedade de tópicos de saúde, com um interesse particular em desigualdade na saúde e saúde sexual.
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Milly Evans
Editora
Milly escreve sobre uma variedade de tópicos de saúde, com um interesse particular em desigualdade na saúde e saúde sexual.
Histórico do artigo
As informações nesta página são revisadas por pares por clínicos qualificados.
Artigo também disponível em Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano, Português, Hindi, Hebraico, Árabe, e Sueco.
7 Jun 2019 | Última versão

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